– Carboxiterapia

Trata-se de procedimento muito usado para combater gordura localizada, Lipodistrofia ginóide (“celulite”), estrias, queda de cabelo, olheiras vasculares, flacidez de pele e para estimular cicatrização no pré ou pós-operatório.

Age aumentando a oxigenação dos tecidos, a nova síntese de colágeno (neocolagênese) e vasodilatação local (nota-se vermelhidão imediata e transitória logo após a aplicação).

 

favicon guilhermeO gás carbônico medicinal (CO2) é incolor, inodoro, atóxico e não embólico; portanto, muito seguro se corretamente indicado. Sua ação se justifica pela própria expansão mecânica exercida pelo gás no subcutâneo (enfisema subcutâneo) e, bioquimicamente, pelo efeito Bohr, que encontra-se muito resumidamente explicado abaixo.

Nos tecidos periféricos, o sangue recebe CO2 (gás carbônico ou dióxido de carbono) formado nos processos metabólicos teciduais ou injetado via Carboxiterapia. A hemoglobina tende a liberar com mais facilidade o oxigênio que carrega a esses tecidos, e recolhe o dióxido de carbono que será transportado preferencialmente no plasma sob a forma de HCO3 (Bicarbonato).

O aquecimento do gás aumenta a vasodilatação e reduz drasticamente o desconforto, o que torna-se mais um atrativo.

Como todo tratamento estético, a Carboxiterapia (Insuflação de gás carbônico medicinal aquecido) também possui suas contraindicações, listadas a seguir: gestação, infecções, gangrena, problemas cardíacos, infarto agudo do miocárdio, angina, insuficiência cardíaca, hipertensão arterial, vasculopatias, tromboflebites, insuficiência renal e insuficiência respiratória.

 

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